"Sentimento ilhado, morto, amordaçado, volta a incomodar"
(Fagner).
Cegueira
Meu olho que ninguém vê
Que nem crer existir
É o mesmo olho
Cego, da cegueira natural
diferenciado pela tolice vil,
que de nascença não há.
Disperdicioso das cores vivas
Olhar vão
Disperdicioso das flores e da vida
Olhar vilão
Francinne Amarante
Meu olho
Dois em um
Olhos cansados
Óleo que escorre
Unta a face
Excede água
Falta calma
Atordoa a alma
Digo Não!
A quem destoar
Minha vibração.
Se eu uso óculos
Nem toda a beleza
Pode ser vista.
Olhos cansados de tanto ver
Não mais crer.
Ou ouso ser plena e minha
E ouso!
Ou apenas ser “viva”
Talvez até sobrevivesse.
Francinne Amarante
Olha assim!
Rei dos meus ais
Guardião do meu silêncio
Invasor dos meus pensamentos
Gosto quando me olhas
Como só você, olha!
Olhe para além de mim
Enxergua minha alma?
Seja o guia em meu corpo
Me faço mapa
Abro caminhos
Mostro onde fica a fonte
Minha sagrada calma
Sinta o instante antes
Sinta o eterno durante
Sinto sua presença constante
Francinne Amarante
Arde!
Te Quero.
Sabes que quero
Quero mesmo tudo
E por medo
Finges não saber
Não te permites.
Canastrão, fingido...
Enganarás quem?
Diga-me!
Foge, foges!
Corre, voas!
Sei que voltarás.
rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
Vem beber na fonte!
Mais ou menos dias
Desidratarás, sabes disso e teimas.
Mereces uma peia!
Mas te darei meus fluidos
Reidratar-te-ei nessa seca absurda
Não temas!
Se te prendo quando em mim pensas
Te solto! Sem pena.
Se te devoro, quando ardo,
Devolvo-te quase intacto.
Se te bebo, a culpa é também tua...
É porque te vejo latejar
E pedir sem resmungar.
Só, só tentas mentir...
Mas o olhar, mas teu olhar...
Entrega-te pra mim.
Meu amor! Sabes que és meu grande amor
Versos batidos, não são mesmo?
Não me importo com o populismo.
De Lua
Quantas estrelas brilharão para eu contar?
Quantos vaga-lumes se aproximarão para conversar?
Quanto silêncio será necessário para me calar?
A noite é linda!
Mas é fato que finda
Minha alma insone ainda brinda
E logo virá o dia...
Será preciso acordar.
Nada que me impeça de escrever
De sonhar, de plantar e aguar.
Francinne Amarante
Pra quem gosta de forró, vai uma dica!

Táí! Um disco que gostei bastante, e olha que nem sei dançar forró! rsrs..
Pois é, “Que Seja” é novo disco da banda “Bicho de Pé”, que tem também nos vocais a bela e talentosa Janaína.
Canta mesmo, não é embromado não.
Em outubro estive no show da banda , em Brasília, que gravou seu primeiro DVD com a participação
de Chico César!!!
É moçada, não é pra quem quer não, tem que ter talento e sertão no sangue.
Beijão pra vocês!
(Jornalista e apresentadora do programa de TV Balaio Cultural)
Cerradão, se liga!
Aí vai uma sugestão para este primeiro final de semana, que tal dar boas-vindas a primavera. Trata-se de uma edição especial da Feira Botânica do Shopping Casa Park que em parceria com a Embaixada do Japão promove um workshop com a professora Zilá Raymundo, do Grupo Sogetsu de Brasília, que irá ensinar técnicas para se fazer arranjos florais japoneses, as Ikebanas.
Os workshops serão gratuítos
Sábado (dia 29/09) – das 10 às 22 horas
Domingo (30/09)- 12 às 20 horas
Local: Exposição de Ikebanas (CasaPark- em frente a loja da Mainline)
Workshops gratuitos dias 29 e 30, das 16 às 18 horas
Feira Botânica : Praça Central do Shopping- SGCV lote 22, Setor de Garagens
TÁTIKA Comunicação- (61) 3349-3100
Anfetaminada

Enfeitiçaste minha noite?
Que coisa rica, ciscador.
Meu apetite por ti... Descobri
É gula!
Ainda bem que estou
Em dieta...
Automediquei nossos dias.
Antes apaixonada,
Agora...
Vinte e quatro horas
Anfetaminada por ti, querido.
Francinne Amarante
P.S.: não façais o que digo, rs..
|
Meu Amanhã -Lenine |
|
Ela é minha delícia O meu adorno Janela de Retorno Uma viagem sideral Ela é minha festa Meu requinte A unica ouvinte Da minha Rádio Nacional Ela é minha sina O meu cinema A tela da minha cena A cerca do meu quintal Minha meta, minha metade Minha seta, minha saudade Minha diva, meu divã Minha manhã, meu amanhã Ela é minha bela,meu brinquedo Minha certeza. meu medo É meu céu e meu mal Ela é minha meu vício E dependencia, Incasavel paciência E o desfecho final Meu fá, minha fã A massa e a maçã Meu lá, minha lã Minha paga, minha pagã Meu velar, minha avelã Amor em Roma, aroma de Romã |
Queimada
queima o cerrado
mata tatu
tamanduá
tudo tarde
tudo arde
até só a cinza sobrar.
por baixo, a chama
sem alarde.
meu amor é igualzinho
também queima
também arde
também é fogo de matar.
e quando penso que se acabou
por baixo a chama dele
continua a queimar.
Saramar
(poetisa e colega colaboradora do Overmundo)
Na minha
Eu falei tanto, falei demais
Não ouvi a canção que queria
Quer saber?
Agora eu mesma faço, a minha.
Francinne Amarante
Moçada de Sergipe!!!
"SONORA BRASIL" apresenta
EGILDO VIEIRA e CONJUNTO ARMORIAL
O SESC realiza dia 27 de setembro, às 20h30, no auditório da Biblioteca Epiphânio Dória, mais uma edição do Projeto Sonora Brasil.
Dessa vez sobe ao palco o instrumentista e luthier, Egildo Vieira, que se destaca pela utilização de recursos idiomáticos novos, viabilizados através de instrumentos musicais inventados por ele mesmo, resultando aspecto de inusitada criatividade. O evento é aberto ao público e conta com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado.
Músicos:
- Egildo Vieira do Nascimento - (pífanos, flauta transversa, ariano, maripífano)
- Jean Elton da Silva Goibinhas - (baixolão)
- Aglaia Costa Ferreira - (violino e rabeca)
Entrada Franca
(fonte: André Teixeira Neto)
Salve Tuka!!!

Tuka Villa-Lobos se apresenta no Bistrô Rayuela
pelo projeto Brasília Independente.
A cantora é sobrinha-neta do grande maestro Heitor Villa-Lobos - teatróloga, musicista e produtora de rádio e TV. Nesse show além de músicas do CD Loba, serão apresentadas releituras de nomes importantes da cena brasileira, como Rita Lee, Lenine, Tim Maia, Roberto...
A banda que acompanha e viaja com a cantora é composta por: João Paulo Nery (guitarra), Fernando DiCastro (Baixo), Mike Oliveira (bateria), Cristiane Chinchilla (Percussão), Dan Araujo (Teclados e Vocal) e Zizi Villa-Lobos (vocal).
01 de outubro - segunda - 21h30 - r$ 10,00
Bistrô Rayuela - 412 sul Brasília DF
Reservas 61 9971-3353
Bossa Sete apresenta:

Nilson Lima (voz) e José Cabrera (piano)
Dias 27 e 28 de setembro às 19h
Café Cultural da Caixa - Setor Bancário Sul (DF)
Entrada Franca


meu amor!!! bem neném.linnnnda.
Fala Niterói!!!

Em primeira mão uma ótima notícia que recebi hoje da minha amiga Suely Mesquita:
Está confirmada a gravação do seu novo disco em outubro e novembro... E é claro que estarei na 1ª fila (muito feliz por você) do show de lançamento, ano que vem.

SHOW SU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Parabéns!
Atenção moçada do Rio Grande do Sul!!!
Vem aí:
Semana da Mostra de CDs Independentes

Em comemoração aos 40 anos do Teatro de Arena , os gaúchos e visitantes poderão se deliciar com a Mostra de CDs Independentes, de 25 a 30 de setembro. Além de exposição de fotos, oficinas, pockets shows, palestras, audição de Cds e shows. Imperdível!
Segue a programação:
Oficinas: Márcio Gobatto - Leis de incentivo e financiamento da cultura
Flora Almeida - Técnica vocal
Zé Caradípia - Composição e criação
Betto Bollo - Violão
Paulo Romeu - Samba
Todas as oficinas são abertas ao público
................................................................
Os shows de bolso são gratuitos (sempre as 18h)
Artistas:
Manoel Tchembo, Paulo Désmer, Karine Cunha, Sangar, Nanci Araújo, Necka Ayala, Rosa Franco, Eduardo Solari, Grupo vocal Os Povoeiros, Mário Falcão, Ilse Lampert.
......................................................................
Os shows das 20h tem ingressos a preços populares - R$ 10,00 (inteira)
Artistas:
Marietti Fialho e banda, Os Marmotas, Angélica Rizzi, Jottagá, Adriane Muller, Flora Almeida, Zé Caradípia e Nelson Coelho de Castro.
........................................................................
Dias 25 a 30 de setembro
Local: Teatro de Arena - altos do viaduto da Duque de Caxias
Mais informações: (51) 8445 2382
e-mail: nanciaraujo@gmail.com
Rita Ribeiro

Com o show Tecnomacumba e Cavaleiros de Aruanda
Participação especial da bailarina Kiusam de Oliveira
Dia 29/setembro às 21hs
Parque Central de Santo André
Santo André- São Paulo
Desandou
Meu querido,
Não mais te espero.
Não esquente a moringa, Nero.
O que eu quero, quero sim.
Deixa comigo... Nem explica...
Não entra no meio que eu apelo!
Pelo seu bem. Não diga...
Some! Dorme aqui ou fica longe!
Meu bem me esquece!
Porque eu quero e ponto.
E você não vai impedir!
Não me fará mais sofrer
Sem notícias, sem toques,
Sem me chamar; ou só quando dá...
Rasgue isso de agenda...
Se nunca aprendeu a me amar,
Agora não adianta nem tentar... Some!
Se o motivo foi medo, inseguro!
Se guardas contigo o segredo, tolo!
Se foi amor estranho, forte, assim mesmo...
Menino, ou conta, se toca, e fala, e fica.
Se liga na ilha, num Plano, ou some!
Francinne Amarante
O amor que sinto por você
O amor não é um jogo
não tem trama
o amor é o inverso
é a corda no pescoço
não é beijo depositado
é ferida no peito
e o sangue de quem deixa
de quem morre
e se entrega à dúvida
e despreza o freio.
o amor é o joelho no chão
do coração
é a certeza
e o não-sei-o-quê
que assombra e some
é esse querer sem jeito,
sem tempo certo,
sem jogo.
Amor é o que sinto por você.
Saramar Mendes