Trio Virgulino - Talento e qualidade no forró pé de serra

Com 28 anos de carreira o TRIO VIRGULINO faz parte da história do forró, é responsável pelo resgate do ritmo tipicamente Brasileiro: O forró pé de serra. Formado por Enok Virgulino(sanfona), Adelmo Nascimento (triângulo)e Roberto Pinheiro(zabumba).
No show do Trio, é comum casa cheia e animada. Em média, os artistas fazem vinte apresentações por mês, e já contaram com participações ilustres de Caetano Veloso, Elba Ramalho, Moraes Moreira, Dominguinhos, Osvaldinho do Acordeom e Chico César.
Em 2005 o TRIO VIRGULINO lançou seu sexto disco, “Forró do Futuro”, que contou com a colaboração de amigos e de um esforço coletivo entre a banda e a produtora FS Eventos. Entre as quatorze faixas deste trabalho, nove são composições próprias e três contam com participações dos amigos conquistados nestes vários anos de forró como: Tato (Falamansa), Elba Ramalho e Dominguinhos.
Forró do Futuro
(2005)
Ver letras
1) Velho Chico
2) Xote da Saudade
3) Forró Miudinho
4) Forró do Futuro
5) Pintou Paixão
6) Forró da Bicicleta
7) A Revanche
8) A pureza do amor
9) Lenha na Fogueira
10) Superfantástico
11) Você Sorriu
12) Sorriso de Marfim
13) Sonhando em Itaúnas
14) Chamegado Novo
Contato para show: Denise Ornellas (11) 9958-9224 ou Nextel: 7733-7951 - ID: 30*4056
cesar@triovirgulino.com.br ou fs_eventos@yahoo.com.br
| http://www.triovirgulino.com.br |
Eufonia
Encantador das vontades minhas
Entranhas e entrelinhas
A provocar beijos, lambidas, faíscas.
Marcas famintas e mordidas.
Tatuagem de minha lascívia
Meu gemido no teu silêncio
Entoa os mais belos cânticos eróticos
Minha pele que febril suada tua
Loucura que teimosia arrelia.
Nossa quentura sem pudor
Arrepia, cutuca e cura.
O tesão que dita nossas vidas
Anuncia o amor que fica.
Nossas agendas,
Desordenadas que eram
Viraram partituras,
Belas melodias!
E todo o resto solitário,
Cinzas urbanas,
Fugiram para o passado.
Francinne Amarante
Balaio Cultural-BsB
Aflição de ser eu e não ser outra.
Aflição de não ser, amor, aquela
...
Que te retém e não te desespera...
Hilda Hilst
... Também eu em ti, feroz, encantoada,
Atravessei as cercaduras raras
E me fiz máscara, mulher e conjetura...
Hilda Hist
Corpos e Sentidos
Possuída e cobiçada,
Nem sabe a causa.
Anatomia oculta,
Minha e sua.
Alquimia e alquimista!
Estranheza e doçura!
Curvas muitas,
Perversas e interessantes.
Antes - fome
Durante - palavrão
Depois-sede proibida
Anacrônica ansiada
Branquela enegrecida
Bela frente à fera realeza
Nossas pupilas em radiografia
Sem-vergonhas, sempre-vivas.
Infinitas e ousadas,
Fetiche e fineza
Gozando ao respirar.
Poema e melodia.
Pomo, como e sou comida.
Nossa canção está avista!
Francinne Amarante
Balaio Cultural-BsB
Meu bem...

Quando eu resolver
Quando eu procurar
Quando te encontrar
Meu bem... Você virá?
Quando eu calcular cachê
Quando eu quebrar o protocolo
Quando eu rasgar dólar
Meu bem... Você virá?
Quando eu entesar
Quando a festa acabar
Quando fescenino meu
Meu bem... Você virá?
Quando eu fugir de mim
Quando eu imbé sua imbuir
Quando nua fluida à eterna sede
Meu bem... Você virá?
Quando luzir aquela que há
Quando não conseguir agüentar
Quando você se tocar
E se o mundo acabar? Você virá?
Francinne Amarante
Hoje

É madrugada
Incompleta
Rasas águas
Águas raras
Abrem-me
Correntezas
E somem
Evaporam
Em plena falta
A fonte seca
Seca meu planeta
A sede me mata!
Francinne Amarante
Balaio Cultural BsB
FÁCIL CULPA (DO SEU POETA AMIGO NATANAEL)
ACHO FÁCIL COLOCAR SAL EM CARACÓIS.
NECESSÁRIO GESTOS MAIS LEVES.
COMO GAIVOTA EM SEU VÔO.
COMO O SOL EM SUA MIRADA.
É DIFÍCIL ENTRAR NO AMOR
SEM A CONTAMINAÇÃO DE SEU CHEIRO.
COMO ENTRAR NUM BANHEIRO PÚBLICO
E NADA MAIS VER QUE LIMO IMPURO.
VOCÊ NÃO PAGA O ÓBOLO
MAS QUEM VOCE AMA NÃO TEM CULPA.
VEZ EM QUANDO OS PRIMEIROS DIAS
COMO VISGO DE UM SER SEM RETORNO
CUJO CORAÇÃO EXPLODIU.
HOJE ACORDEI COMO SE TIVESSE EM SUSTO
DIANTE DE UM MUNDO ESTRANHO
ONDE UMA FLOR NASCEU E..DROGA..EU NÃO ESPERAVA
..COMO AQUELE MENINO DA FOME ETÍOPE
DO QUAL NUNCA ESQUECI E CUJOS OLHOS TRAGO
NO ÂMAGO DE MIM, AO CENTRO DO QUE AQUI MOBILIZO..
DROGA...UMA FLOR NASCEU E MEU JARDIM FICOU MAIS BONITO.
Natanael Gomes de Alencar
Meu menino:
Que me pega de um jeito único
Jejuno, amor!
E não juro!
Não me solte assim fácil!
Tenho sede, sei bem;
Preciso da sua saliva.
Quero a alma minha perto da sua.
‘Absinto’ as doses nossas
Em todos os momentos
Em todos os cantos
Em todos os encontros.
Em meus sonhos e devaneios... verdades,
Meu presente passageiro que ousa não passar
E vaga no tempo.
Na noite, no dia, na poesia, no som.
Que essa chama esteja sempre, sempre
Acesa, intensa e di’ amaranti na minha!
Amor que ousa ser amigo.
Querido, te digo:
Não demore!
Venha me ver.
F
Francinne Amarante
Show de Dominguinhos em Sampa
Fernando Caneca ![]()
![]()
Acoustic / Rock / Bossa Nova

http://www.myspace.com/fernandocaneca
Show de Zeca Baleiro em Brasília

Dia 14 de abril
Calourada da UNB-Brasília
Loca: Centro Comunitário da UNB
Informações: 61 3481 8161
Noite Severina
Ney Matogrosso
Composição: (Lula Queiroga / Pedro Luís)
Corre calma Severina noite
De leve no lençol que te tateia a pele fina
Pedras sonhando pó na mina
Pedras sonhando com britadeiras
Cada ser tem sonhos a sua maneira
Cada ser tem sonhos a sua maneira
Corre alta Severina noite
No ronco da cidade uma janela assim acesa
Eu respiro seu deesejo
Chama no pavio da lamparina
Sombra no lençol que tateia a pele fina
Sombra no lençol que tateia a pele fina
Ali tão sempre perto e não me vendo
Ali sinto tua alma flutuar do corpo
Teus olhos se movendo sem se abrir
Ali tão certo e justo e só te sendo
Absinto-me de ti, mas sempre vivo
Meus olhos te movendo sem te abrir
Corre solta suassuna noite
Tocaia de animal que acompanha sua presa
Escravo da sua beleza
Daqui a pouco o dia vai querer raiar
Algo Incomoda
Esse desapego
Dá até medo!
Esfria a espinha
Estremece a carne minha.
Sei que és estranho,
Um nômade cigano,
Um camaleão humano,
Um sem dono, sem sono.
Como nós, insones somos.
Atraiu-me com seu charme
Feiúra, algo mais e sinceridade.
Nada prende como a liberdade!
De ser, de crer.
Sentir e escolher.
Amar o que se quer, Amor!
O desprezo é amigo do medo,
Quase sempre uma fraqueza,
Uma imatura insegurança
Ou uma franca realidade.
O desapego... Em minha’lma
Permanecerá em segredo!
Francinne Amarante
Felizardo!!! ![]()
Dramaturgia de Marcelo Romagnole.
Músicas de Tata Fernandes, Zeca Baleiro e Nô Stopa.
Com a Banda Mirim (Tata Fernandes, Nina Blauth, Lelena Anhaia, Rubi, Nô Stopa, Foquinha, Olivinho, Edu Mantovani e Cláudia Missura).
Quando: todos os sábados de abril, às 11h
Onde: no Teatro do Sesc Anchieta (Rua Dr. Vila Nova, 245, Consolação)
Informações: 3234.3000
GRÁTIS (retirar senha com 1h de antecedência)
fonte: (minha xará) Francine Lobo

Ney Matogrosso
Composição: Reneta Arruda/Sandra de Sá/Paulinho Galvão
Não sei se alguém já te falou
Mas você é total
Um absurdo
Passa devagar pra eu te olhar
Sentir seu perfume
Gravar seu cheiro
Quero entender o porquê
Que sua pele me atrai
E tudo que eu quero é você
Se tudo se completa em você
Contigo eu faço de tudo
Me leve urgente pra algum lugar
Me diz a verdade, me fala mentiras
Me beija pra eu não raciocinar
Me tira do sério
Me rouba os sentidos
Se eu tô entregue a você
Se minha pele te atrai
E tudo o que eu quero é você
Se tudo se completa em você
Contigo eu faço de tudo!

Ouça agora: Primal Hi-Tec
http://www.kabelo.com.br/podcast/
Artista exclusivo Circuito Musical
Contato:(11) 5071 9555

O professor e cientista Antonio Teixeira lança seu livro ‘Doença de Chagas e Evolução’, pela Editora UNB e FINATEC.
Doença de Chagas e Evolução
Autor: Antonio Teixeira
Data: 18 de abril de 2007
Horário: 19h
Local: Restaurante Carpe Diem
SCLS 104 Brasília-DF
Mutantes
foto:Drika Bourquim
Sesc Pompéia
Gravação do Bem Brasil
16/04 as 21 h (Terça)
Inteira: R$ 25,00
(meia) R$: 10,00
Show de Totonho e Os Cabras em Brasília
Totonho e Os Cabras vem da Paraíba fazer um som eletro-regional
dançante na capital!
Totonho tem dois discos lançados pela Trama que podem ser ouvidos no
Trama Virtual.
Antes e depois, a banda o 'DJ Tales' toca o som moderno que vem de
Pernambuco.
Serviço:
Totonho e os Cabra (PB)
Gate's Pub, 403 sul
Quinta, 12/04, 22h
Precisamos restaurar a capela
Nossa Senhora da Luz!
foto:Francinne Amarante
Patrimônio da Humanidade!
História da Comunidade!
Amor e Solidariedade!
Fé e verdade!
União!
Simplicidade!
Da Luz à lenda
Da lenda veio a Acaiaca.
Encantados labirintos,
Tesouros perdidos,
A moça rendada.
Badulaques em ouro,
Diamantes e rubis
São pequenos artifícios,
Enfeitam a princesa bela e admirada.
Seu maior tesouro, não era visível
Em seu heráldico pescoço.
Estava onde ninguém procurava:
Em seu peito, olhos santos e graça.
A rosa branca Da Luz Nossa
À sempre-viva das calçadas,
Dos ricos casarões com eiras e beiras
E das sofridas senzalas...
Exalava o mesmo perfume por onde passava
Seu maior desejo,
Nunca foi mais poder e dinheiro!
E sim a etnia una respeitada.
Libertadora do verdadeiro amor
A jóia rara carregada dentro do peito
Junto às pulsações ascensas, revela deu desejo:
Cintilante “pura” e generosa mistura da raça:
Todas em Uma!
Francinne Amarante
Balaio Cultural – BSB
Imune a Melancolia
E lá vem ele!
Vestido de nostalgia
Observa os passantes
Aplaude os passistas
Com suas sentenças implacáveis
Ufanista, alguém diria.
A fama do deus Tempo
Remete antipatia à maioria
Por ser eterno, feito de momentos;
Isento de idade, livre!
Irmão da liberdade.
É aquele que ensina a lição, mas não alisa!
Nem adianta o tolo fazer-se vítima
Piedade é um sentimento ignorado
Não é que ele seja austero
Ouvi dizer que até gosta de brincar
De espelho convexo ou côncavo,
De cineasta, tela e expectador,
Poeta e leitor,
Tudo ao mesmo tempo.
Mas, sempre um reflexo
Dos passos dados à presente colheita.
Os ciclos, as brisas e os ciclones
De nossas passageiras vidas.
Francinne Amarante
Balaio Cultural -Brasília
Tolice, O rato que persegue...
Entre o vacilo e o capricho humano
Mortal em combate real e cruel
Contra Eu’s e egos, um destino escolhido
Contra a felicidade:
Viver na certeza.
Como é mentirosa!
Mente pra gente com delicadeza
Promete elegante oferta
Trapaceia a cabeça
Incerta que é, desaparece!
E fica a saudade de algo
Alguém que de tão constante
Não sai da lembrança; sente falta...
E disfarça o que dá pra ser disfarçado.
Sofre com o vago e preenche esse espaço.
Entre ‘anfeta(!)minas’ gerais
Avermelha seu coração inflamado
Escurece sua visão falha
Escorrega e se entrega ao trabalho.
Sem laços e compromissos... Seguem como um rato
... Assim permanece a estória de um amor mal curado.
Francinne Amarante
Balaio Cultural-BSB
francinneamarante@uo.com.br
Que seja nossa PAZ!
Quero paz amor!
Paz onde eu for
Quero ventos do norte
Frescor de uma brisa
Que me respira
Inspira os poetas inteiros
Refresca quem ela observa
Presenteia nossos pensamentos
Momentos especiais
E todos são!
Quero Paz Amor!
Quero sonhos!
Quero Amor!
A Paz, de quem ama sem temor.
Desejo, contemplação;
Doação, cor-ação e alma-nua
Calma e tremor.
Quero paz amor!
Francinne Amarante
Show- DF
Geraldo Azevedo em Brasília
No show, em cartaz até amanhã, dia 08/04, às 18h30 e 20h30, Geraldo Azevedo dividirá o palco com o filho Tiago Azevedo (bateria), Igor Araújo (baixo), Cláudio Mendes (teclados) e Vitor Mota (sax e flauta)
Dia 08/04
Local: Teatro da Caixa
Endereço: SBS Qd. 4, Lt. 3/4, anexo à sede da Caixa Econômica Federal -Asa Sul
Domingo às 18h30 e 20h30
Mais informações: 3414-9448/6456
R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada para estudantes, funcionários da Caixa e pessoas com 65 anos ou mais)
Marilá Dardot
– Sob Neblina (Em Segredo)
Subsolo
9 de março a 29 de abril
Entrada Franca
Marilá Dardot, mineira de Belo Horizonte (1973) e que vive em São Paulo, trabalha desde 2004 o arquivo “Sob Neblina”, uma coleção de frases que têm como fio condutor a palavra “silêncio”, selecionadas em livros que lê. “O silêncio é algo que está sempre entre alguém e outro(s) ou entre alguém e o mundo”, observa ela.
A instalação “Sob Neblina [em segredo]” foi criada especialmente para e a partir do espaço do cofre do Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. Utilizando-se desse arquivo e do próprio lugar onde se insere, o trabalho articula de forma espacial e sensorial as idéias de silêncio e segredo.
Recomendação etária: livre Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado 112. Centro. São Paulo. CEP: 01012-000.
Funcionamento: de terça-feira a domingo, das 09h às 20h.
Informações pelo telefone: (11) 3113-3651/3652
Aleijadinho e seu Tempo
– Fé, Engenho e Arte
Galerias 1, 2 e 3
Até 10 de junho
Cerca de duzentas peças, entre obras de arte, réplicas, documentários, livros e mapas de grande valor histórico e artístico, em salas cenograficamente ambientadas e com exibições de imagens, vídeos e música de época, revela ao público o esplendor do barroco mineiro do século XVIII por meio da homenagem a seu artista maior, Antônio Francisco Lisboa ( Aleijadinho) e seus contemporâneos Francisco Xavier de Brito, Mestre de Piranga e Mestre Ataíde, entre outros . A curadoria é de Fábio Magalhães.
ENTRADA FRANCA
Aberto à visitação de Terça a Domingo, das 10h às 21h.
O CCBB dispõe de ônibus gratuito para os visitantes
Mais informações: 61 3310 7087
Serviço:
Programa Educativo
O CCBB oferece visitas orientadas às exposições realizadas em seus espaços. As instituições de ensino do DF podem agendar suas visitas de segunda a sexta, das 8h às 18h, pelos tels: (61)3310 7420 e 3310 7480