Lançamento da novela O Império Bandido, de Adroaldo Bauer

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Dia 15 de junho, às 19h
Palavraria Livraria-Café

Rua Vasco da Gama, 165
Bom Fim – Porto Alegre


O Império bandido é um drama policial em 42 capítulos. Tem a ver com uma ordem paralela à legalidade, sustentada no tráfico de drogas. As personagens são quase pessoas que conhecemos. A criação, entanto, não pretende competir com o engenho e a arte da vida real. Muito mais dolorosa, trágica e dramática.

Na trama ainda há amor, solidariedade, humanidade entre algumas personagens.

Imprimo como editor autor com apoio da Proletra e do Movimento Fala Brasil.

Ficção pura em 230 páginas, a R$ 35,00.

 

Contato: adroaldo@portoweb.com.br 

Fonte: http://www.portalliteral.com.br/lancamentos/o-imperio-bandido

 

Meu poema “Assim Seja” no Prosa e Verso - Rádio Senado..

 

4º programa da série Mulheres de Papel – Brasília 50 anos

 

 

Ouça aqui

 

Entrevista comigo para o programa Prosa e Verso, na Rádio Senado FM

 

50 anos de Brasília: as mulheres de papel da capital

 

Ouçam a entrevista em homenagem aos 50 anos de Brasília, As mulheres de papel da capital - na Senado FM: sábado, 01/05, às 9h (reprise domingo às 16h)

Brasília, 91,7 FM

Neste terceiro programa: Isolda Marinho e Francinne Amarante.

 

A terceira parte da homenagem a Brasília, Mulheres de Papel Candangas. Entrevistas com seis escritoras da cidade.

 

Também na Internet:

http://www.senado.gov.br/radio/pro_prosa.asp

 

 

abraços do cerrado.

Francinne

 

Sobre o programa

O que é

Adaptações de contos, crônicas e outras obras literárias para o rádio.

Transmissão
Sábados, às 9h, com reprise aos domingos, às 16h.
- Brasília, 91,7 MHz FM;
- Natal, 106,9 MHz FM;
- Cuiabá (em caráter experimental), 102,5 MHz; e
- Ondas Curtas (faixa de 49m/5.990 kHz).
Internet
Atualizado às sextas-feiras, disponível em mp3.

Apresentação e produção: Tuka Villa-Lobos e Marco Antunes.

Heitor Branquinho e Giovanni Motta, Rádio Nacional AM - Brasília

 

Quando o corpo

num balanço só

pensa que voa

vertiginosamente

faz que sente calor

Mas é sede,

desejo úmido

 

Francinne Amarante

Em meu peito

Mora o tempo

Templo dentro

Curandeiro

Tenda, centro

Oficina de oxigênio

Engenho de mim

 

Francinne Amarante

 

 

para brincar pelos mundos

invento a leveza

para amar, delicadeza.

 

Francinne Amarante

 

140 batidas por momento

acariciam a razão,

umedecem a realidade

Códigos deflorados.

A vida vacila na janela

entre a paisagem e a visão.

 

Francinne Amarante

 

 

 Na seca

o desejo guarda

a natureza das águas

Certa flora de terra cheirosa

Simples, úmida, rara.

 

Francinne Amarante

Atoar aos atritos

deslizar os fluidos

desaguar assim

furtivamente

 

Francinne Amarante

 

vou cortar a saudade

arrancar-lhe as veias

vou viver de amor

 

Francinne Amarante

 

a língua

movimenta

o que soa céu

em minha boca

 

o que salga

umedece em graça

evapora a sede

escorre pela fresta

 

quando em mel

um som ecoa

 

 

Francinne Amarante

Ao cupido:

Esquece a flecha
Traz fuzil
Com mira boa
Atira!
Vai por mim
O alvo gira
Difícil...
O culpado disso: Jacinto
Mania de por
Olhos que enxergam cor
Dos poemas eróticos
Faço amor

 

Francinne Amarante

 

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